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domingo, 15 de novembro de 2009

15/11/09 "Abutre de Gil Scott-Heron


"Gil Scott-Heron é simplesmente uma das figuras mais importantes e cativantes do Pop mundial.O exuberante talento do cantor, compositor, poeta, pianista, Ficcionista veio embalado em um contexo histórico e político convulsionado.Foi uma passagem dos anos 60 anos para o 70 de radicalização com exponencial dos grupos negros, dos estudantes, dos Ativistas antiguerra do Vietnã, das feministas ....
Identificado com esse radicalismo, Gil viu sua carreira ser Progressivamente eclipsada com um dos Aproximação Anos 80, época que uma caretice Yuppie grassou e desgraçou a cultura pop.Gil sobreviveu amostras de um Professor Griff (Public Enemy), Dawn PM, Warren G, Chubby Rock (conhecido pela música música DJ Inovattor), trible chamado, Krs One (do grupo Boogie Down Productions) --pra vir finalmente a ser entronizado como um dos pais do rap.
A surpresa que o Relançamento deste seu primeiro romance reserva é perceber que o jovem Gil, Cujo o projeto inicial era ser escritor e não músico, é um dos inventores também do que viria ser conhecido como um Blaxploitation... A aguda visão do Gil apenas saído da adolescência está toda em Abutre.Narrado alternadamente poe vários personagens, Gil-E a sua geração dilacerada-todos está em enguias. Spade(Hammetiano com seu nome) é o durão de área, que acaba compactuando por comodismo negócios com os do tráfico. Seu contraponto é o adolescente Jones Junior, NP fundo um medroso e tímido que se faz de valente.
Outro eixo é dado pelo irmão Tommy Hall , O afro, militante de uma organização negra assombrado pela iminência da ação armada, e pelo "I.Q" (Ou "Q.Î."), Alías Ivan Quin , brilhante intelectual e aventureiro sexual (incluindo-se aí uma transa com "Demônio" em pessoa - uma mulher branca, hippie e fetichista-e um certo charme gay) que esconde atrás de sua perplexicidade citações filosóficas em cascata.
Aos pés deles todos, e de uma irriquieta MIRIADE de figurantes e naoradas, está o cadáver de John Lee , Um jovem e gordo traficante, abatido sabe-se lá por que e por quem. Acima, uma sombra de Abutre.
Do prefácio de Alex Antunes.
A edição do livro é de 2002, uma tradução é de Ludmila Hashimoto Barros
Conrad Editora do Brasil.
Grandes leitores um livro que mistura duas coisas para quem gosta de Som e cultura negra.
Forte abraço.
Johnny.

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